Panorama mensal · Março de 2026

Um mês cheio, em que mandam os fins de semana

Dados anonimizados de mais de 50 milhões de entregas processadas pelo Entregas Expressas.

Em março de 2026, a corrida típica de entrega rápida custou R$ 8,65, dos quais o entregador ficou com R$ 7,31 — cerca de 86% do valor de cada viagem. Sem feriado nacional dominante, o ritmo voltou ao normal: o mês foi escrito pelos fins de semana, com sextas e sábados puxando o volume e as segundas no fundo do poço. O Dia do Consumidor, no meio do mês, deu um empurrão extra. Todos os números mostram o valor típico do mercado, sobre centenas de milhares de entregas no país.

R$ 8,65
Preço típico da corrida
metade custou entre R$ 7,25 e R$ 11,19
R$ 3,30/km
Preço típico por quilômetro
metade entre R$ 2,25 e R$ 5,33 por km
R$ 7,31
Ganho típico do entregador
por corrida concluída
11,4 min
Tempo típico de entrega
da coleta ao destino

O mês inteiro escrito pelos fins de semana

Sem um feriado nacional para distorcer a conta, março revela o ritmo "limpo" do mercado. Tomando um dia comum como referência (100), os picos caem todos no fim de semana: o sábado dia 7 foi o dia mais movimentado do mês (índice 130), seguido da sexta dia 6 (126). No outro extremo, as segundas-feiras seguram o fundo — a do dia 30 foi o dia mais fraco (índice 79), com a do dia 16 logo atrás (81). No meio do mês, o Dia do Consumidor (14 e 15 de março) aparece como uma alta discreta: o dia 14 chegou a índice 119, acima de um sábado comum.

1
−18%
2
3
4
5
+26%
6
+30%
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+15%
13
+19%
14
−1%
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−19%
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+16%
20
+16%
21
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−19%
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27
28
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−21%
30
31

Cada barra é a variação do volume daquele dia em relação a um dia comum (linha do meio = 0). Para cima = mais movimento; para baixo = menos. Em verde, os dias do Dia do Consumidor (14 e 15).

O quilômetro mais caro é o primeiro

O preço por faixa de distância revela o custo de largada da última milha. Uma corrida de até 2 km custou tipicamente R$ 7,57 — cerca de R$ 7,57 por km. Já uma acima de 10 km saiu por R$ 21,27, ou aproximadamente R$ 1,52 por km. O primeiro quilômetro é cerca de 5× mais caro que o décimo: é o preço fixo de tirar um entregador da base.

0–2 km
R$ 7,57
preço típico da corrida
≈ R$ 7,57/km · 39% das corridas
2–5 km
R$ 8,88
preço típico da corrida
≈ R$ 2,54/km · 41% das corridas
5–10 km
R$ 12,53
preço típico da corrida
≈ R$ 1,67/km · 15% das corridas
10 km+
R$ 21,27
preço típico da corrida
≈ R$ 1,52/km · 5% das corridas
Para a sua operação: precificar como “R$/km fixo” penaliza corridas curtas e subsidia as longas. A curva real é uma taxa de largada + custo por km rodado — tabelas com piso por corrida acompanham melhor o custo real.

O mapa de preços do Brasil

Índice de preço da corrida por macrorregião, com 100 = valor típico do país (R$ 8,65). Cada estado é colorido pela sua região: quanto mais azul, mais cara a corrida frente à média nacional. O Sul e o Sudeste puxam o preço para cima; o Centro-Oeste e o Norte têm as corridas mais baratas — e as mais rápidas. Curiosidade: o Norte, apesar de barato no total, tem o maior R$/km do país (índice 120) — porque suas corridas são curtas, e o quilômetro curto é sempre o mais caro.

RR · Norte — índice de preço 87 (-13% vs. média nacional) RR AP · Norte — índice de preço 87 (-13% vs. média nacional) AP AM · Norte — índice de preço 87 (-13% vs. média nacional) AM PA · Norte — índice de preço 87 (-13% vs. média nacional) PA MA · Nordeste — índice de preço 100 (+0% vs. média nacional) MA CE · Nordeste — índice de preço 100 (+0% vs. média nacional) CE RN · Nordeste — índice de preço 100 (+0% vs. média nacional) RN AC · Norte — índice de preço 87 (-13% vs. média nacional) AC RO · Norte — índice de preço 87 (-13% vs. média nacional) RO TO · Norte — índice de preço 87 (-13% vs. média nacional) TO PI · Nordeste — índice de preço 100 (+0% vs. média nacional) PI PB · Nordeste — índice de preço 100 (+0% vs. média nacional) PB PE · Nordeste — índice de preço 100 (+0% vs. média nacional) PE MT · Centro-Oeste — índice de preço 83 (-17% vs. média nacional) MT GO · Centro-Oeste — índice de preço 83 (-17% vs. média nacional) GO BA · Nordeste — índice de preço 100 (+0% vs. média nacional) BA AL · Nordeste — índice de preço 100 (+0% vs. média nacional) AL SE · Nordeste — índice de preço 100 (+0% vs. média nacional) SE MS · Centro-Oeste — índice de preço 83 (-17% vs. média nacional) MS MG · Sudeste — índice de preço 102 (+2% vs. média nacional) MG ES · Sudeste — índice de preço 102 (+2% vs. média nacional) ES DF · Centro-Oeste — índice de preço 83 (-17% vs. média nacional) DF SP · Sudeste — índice de preço 102 (+2% vs. média nacional) SP RJ · Sudeste — índice de preço 102 (+2% vs. média nacional) RJ PR · Sul — índice de preço 108 (+8% vs. média nacional) PR SC · Sul — índice de preço 108 (+8% vs. média nacional) SC RS · Sul — índice de preço 108 (+8% vs. média nacional) RS
mais barato  →  mais caro  · cores por macrorregião
MacrorregiãoPreço típicovs. paísR$/km
Sudeste R$ 8,84 ≈ média R$ 3,30
Sul R$ 9,37 +8% R$ 3,30
Nordeste R$ 8,68 ≈ média R$ 3,21
Centro-Oeste R$ 7,17 -17% R$ 3,25
Norte R$ 7,53 -13% R$ 3,95

As cinco entregas do Brasil

Agregadas por macrorregião, as diferenças ficam nítidas. O Centro-Oeste e o Norte têm as entregas mais rápidas (índices 85 e 54 vs. o país), por causa de distâncias típicas menores, e também as corridas mais baratas. O Sul e o Nordeste tendem a puxar o preço para cima. Cada região tem sua própria dinâmica de preço, ganho do entregador e divisão do valor.

MacrorregiãoPreço típicovs. país R$/kmGanho entreg.Fatia empresaEntregaConcluídas
Sudeste R$ 8,84 ≈ média R$ 3,30 R$ 7,61 15% 11,8 min 90,4%
Sul R$ 9,37 +8% R$ 3,30 R$ 6,98 21% 11,4 min 96,5%
Nordeste R$ 8,68 ≈ média R$ 3,21 R$ 7,49 14% 12,5 min 94,0%
Centro-Oeste R$ 7,17 -17% R$ 3,25 R$ 6,68 8% 9,7 min 94,6%
Norte R$ 7,53 -13% R$ 3,95 R$ 7,16 3% 6,1 min 92,3%

Fatia empresa = quanto, de cada corrida, fica com a empresa de entregas que organiza a operação (o restante vai para o entregador). Entrega = tempo típico da coleta ao destino. Índice 100 = valor típico do país.

Para onde vai o valor de cada corrida

De cada corrida paga, a maior parte vai direto para o entregador. No caso típico, ele fica com cerca de 86% do valor; os outros 14% ficam com a empresa de entregas que organiza a operação — cobre plataforma, suporte, gestão da frota e a margem do negócio dela.

VALOR DA corrida
86%
vai para o entregador — quem faz a entrega
14%
fica com a empresa de entregas — que organiza, dá suporte e gere a operação
Essa fatia de 14% é da empresa de entregas rápidas que atende o lojista.

Onde o entregador realmente fatura

Existe um mito de “hora de ouro”: madrugada e início da manhã pagam mais por corrida. É verdade — mas não adianta uma corrida render mais às 6h se quase ninguém pede nesse horário. O que de fato enche o bolso é onde ganho por corrida e volume de pedidos se encontram. As duas barras abaixo mostram isso lado a lado: a azul é quanto se ganha por corrida; a clara, quanta gente pede naquela hora.

■ ganho por corrida
■ volume de pedidos
07h
R$ 9,22
0,5%
08h
R$ 8,90
1,8%
09h
R$ 8,64
2,9%
10h
R$ 8,75
3,8%
11h
R$ 8,71
7,3%
12h
R$ 8,48
7,6%
13h
R$ 8,71
6,5%
14h
R$ 8,63
6,5%
15h
R$ 8,62
6,7%
16h
R$ 8,31
6,2%
17h
R$ 8,36
5,5%
18h
R$ 8,35
6,8%
19h
R$ 8,38
11,0%
20h
R$ 8,26
11,5%
21h
R$ 8,24
8,5%
22h
R$ 8,84
4,8%
23h
R$ 10,31
1,6%
A leitura prática: o pico de pedidos é à noite (19h–21h), mas é quando o ganho por corrida fica no piso — muita gente disputando. As primeiras horas pagam melhor por corrida, porém com pouquíssimo volume. O melhor retorno por hora trabalhada costuma estar nas bordas do pico: fim da manhã e início da noite, onde ainda há boa demanda e o ganho por corrida não desabou.

Quando o Brasil pede

A demanda se concentra à noite. A hora de pico — 20h — concentra 11,5% dos pedidos do dia, quase o triplo da hora média. O mapa de calor abaixo cruza dia × hora: o ponto mais quente do mês foi o domingo às 19h.

20h · 11,5% 00h 02h 04h 06h 08h 10h 12h 14h 16h 18h 20h 22h
0h 3h 6h 9h 12h 15h 18h 21h Dom Dom 0h — 0,11% do volume Dom 1h — 0,02% do volume Dom 2h — 0,01% do volume Dom 3h — 0,00% do volume Dom 4h — 0,00% do volume Dom 5h — 0,00% do volume Dom 6h — 0,02% do volume Dom 7h — 0,05% do volume Dom 8h — 0,15% do volume Dom 9h — 0,23% do volume Dom 10h — 0,37% do volume Dom 11h — 0,88% do volume Dom 12h — 1,20% do volume Dom 13h — 1,11% do volume Dom 14h — 1,03% do volume Dom 15h — 1,08% do volume Dom 16h — 0,97% do volume Dom 17h — 0,98% do volume Dom 18h — 1,31% do volume Dom 19h — 2,13% do volume Dom 20h — 2,09% do volume Dom 21h — 1,53% do volume Dom 22h — 0,79% do volume Dom 23h — 0,23% do volume Seg Seg 0h — 0,03% do volume Seg 1h — 0,00% do volume Seg 2h — 0,00% do volume Seg 3h — 0,00% do volume Seg 4h — 0,00% do volume Seg 5h — 0,00% do volume Seg 6h — 0,01% do volume Seg 7h — 0,10% do volume Seg 8h — 0,27% do volume Seg 9h — 0,48% do volume Seg 10h — 0,61% do volume Seg 11h — 1,08% do volume Seg 12h — 1,08% do volume Seg 13h — 0,92% do volume Seg 14h — 0,96% do volume Seg 15h — 1,00% do volume Seg 16h — 0,95% do volume Seg 17h — 0,76% do volume Seg 18h — 0,82% do volume Seg 19h — 1,22% do volume Seg 20h — 1,27% do volume Seg 21h — 0,97% do volume Seg 22h — 0,53% do volume Seg 23h — 0,17% do volume Ter Ter 0h — 0,04% do volume Ter 1h — 0,01% do volume Ter 2h — 0,00% do volume Ter 3h — 0,00% do volume Ter 4h — 0,00% do volume Ter 5h — 0,00% do volume Ter 6h — 0,02% do volume Ter 7h — 0,09% do volume Ter 8h — 0,33% do volume Ter 9h — 0,51% do volume Ter 10h — 0,68% do volume Ter 11h — 1,22% do volume Ter 12h — 1,14% do volume Ter 13h — 0,99% do volume Ter 14h — 1,04% do volume Ter 15h — 1,07% do volume Ter 16h — 0,99% do volume Ter 17h — 0,84% do volume Ter 18h — 0,95% do volume Ter 19h — 1,46% do volume Ter 20h — 1,55% do volume Ter 21h — 1,11% do volume Ter 22h — 0,62% do volume Ter 23h — 0,19% do volume Qua Qua 0h — 0,03% do volume Qua 1h — 0,00% do volume Qua 2h — 0,00% do volume Qua 3h — 0,00% do volume Qua 4h — 0,00% do volume Qua 5h — baixa atividade Qua 6h — 0,01% do volume Qua 7h — 0,07% do volume Qua 8h — 0,27% do volume Qua 9h — 0,39% do volume Qua 10h — 0,53% do volume Qua 11h — 0,97% do volume Qua 12h — 0,92% do volume Qua 13h — 0,77% do volume Qua 14h — 0,80% do volume Qua 15h — 0,84% do volume Qua 16h — 0,78% do volume Qua 17h — 0,70% do volume Qua 18h — 0,81% do volume Qua 19h — 1,33% do volume Qua 20h — 1,34% do volume Qua 21h — 0,93% do volume Qua 22h — 0,53% do volume Qua 23h — 0,16% do volume Qui Qui 0h — 0,04% do volume Qui 1h — 0,01% do volume Qui 2h — 0,00% do volume Qui 3h — 0,00% do volume Qui 4h — 0,00% do volume Qui 5h — 0,00% do volume Qui 6h — 0,01% do volume Qui 7h — 0,07% do volume Qui 8h — 0,25% do volume Qui 9h — 0,42% do volume Qui 10h — 0,53% do volume Qui 11h — 1,02% do volume Qui 12h — 0,98% do volume Qui 13h — 0,81% do volume Qui 14h — 0,85% do volume Qui 15h — 0,89% do volume Qui 16h — 0,85% do volume Qui 17h — 0,74% do volume Qui 18h — 0,88% do volume Qui 19h — 1,39% do volume Qui 20h — 1,38% do volume Qui 21h — 0,99% do volume Qui 22h — 0,57% do volume Qui 23h — 0,17% do volume Sex Sex 0h — 0,03% do volume Sex 1h — 0,01% do volume Sex 2h — 0,00% do volume Sex 3h — 0,00% do volume Sex 4h — 0,00% do volume Sex 5h — 0,00% do volume Sex 6h — 0,01% do volume Sex 7h — 0,08% do volume Sex 8h — 0,29% do volume Sex 9h — 0,46% do volume Sex 10h — 0,56% do volume Sex 11h — 1,12% do volume Sex 12h — 1,06% do volume Sex 13h — 0,89% do volume Sex 14h — 0,89% do volume Sex 15h — 0,95% do volume Sex 16h — 0,89% do volume Sex 17h — 0,77% do volume Sex 18h — 1,01% do volume Sex 19h — 1,69% do volume Sex 20h — 1,87% do volume Sex 21h — 1,44% do volume Sex 22h — 0,84% do volume Sex 23h — 0,30% do volume Sáb Sáb 0h — 0,07% do volume Sáb 1h — 0,01% do volume Sáb 2h — 0,00% do volume Sáb 3h — 0,00% do volume Sáb 4h — 0,00% do volume Sáb 5h — 0,00% do volume Sáb 6h — 0,01% do volume Sáb 7h — 0,08% do volume Sáb 8h — 0,25% do volume Sáb 9h — 0,41% do volume Sáb 10h — 0,55% do volume Sáb 11h — 1,05% do volume Sáb 12h — 1,20% do volume Sáb 13h — 1,02% do volume Sáb 14h — 0,89% do volume Sáb 15h — 0,87% do volume Sáb 16h — 0,80% do volume Sáb 17h — 0,73% do volume Sáb 18h — 1,00% do volume Sáb 19h — 1,77% do volume Sáb 20h — 1,95% do volume Sáb 21h — 1,50% do volume Sáb 22h — 0,93% do volume Sáb 23h — 0,34% do volume

Cada célula é a fatia daquele dia × hora no volume mensal. As madrugadas concentram naturalmente pouquíssimos pedidos.

A anatomia de uma entrega de 11 minutos

A entrega típica levou 11,4 minutos da coleta ao destino, percorrendo 2,59 km a uma velocidade média de 13,2 km/h (trânsito urbano, com paradas). Há uma cauda longa: as 10% mais demoradas passaram de 37 min. O aceite é quase instantâneo — tipicamente 1,8 min entre o pedido entrar e um entregador assumir, sinal de um mercado com bastante entregador disponível neste período.

1,8 min
Aceite (pedido → entregador aceita)
7,3 min
Coleta (aceite → retirada)
11,4 min
Entrega (coleta → destino)
13,2 km/h
Velocidade média no trânsito urbano

Valores típicos sobre entregas concluídas. Distância típica: 2,59 km; 9 em cada 10 entregas até 7,32 km.

A entrega rápida anda sobre duas rodas

A moto é o motor da última milha brasileira: 96,4% das entregas concluídas em março. A bicicleta aparece com 3,4% — modesta, mas é o indicador a acompanhar como termômetro da mobilidade ativa. Carro e utilitários somados não chegam a 0,2%.

Moto
96,40%
Bicicleta
3,44%
Carro
0,15%
Utilitário
0,00%

Metodologia

Dados agregados e anonimizados a partir das operações de empresas de entregas rápidas de todo o Brasil. Esta edição consolida centenas de milhares de entregas realizadas em março de 2026.

Trabalhamos com o valor típico de cada indicador — aquele que fica no meio do mercado, com metade das corridas abaixo e metade acima. É mais justo que a “média”, porque não se distorce por alguns valores muito altos ou baixos. As comparações por região usam o valor típico do país como referência (100): um índice 120 significa 20% acima da média nacional; 85, 15% abaixo.

Os indicadores descrevem o comportamento do mercado, nunca operações ou clientes individuais. A granularidade geográfica máxima é a macrorregião e o estado — nunca cidade ou empresa específica. Período de referência: 1 a 31 de março de 2026.

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