Panorama mensal · Junho de 2026

O mês em que o Dia dos Namorados caiu numa sexta-feira

Dados anonimizados de mais de 50 milhões de entregas processadas pelo Entregas Expressas.

Em junho de 2026, a corrida típica de entrega rápida custou R$ 8,79, dos quais o entregador ficou com R$ 7,36 — cerca de 85% do valor de cada viagem. O calendário girou em torno de 12 de junho: o Dia dos Namorados caiu numa sexta-feira e foi o dia mais movimentado do mês, +38,7% acima de um dia comum. Ao fundo, a estreia da Copa do Mundo e as festas juninas aqueceram a demanda. Todos os números mostram o valor típico do mercado, sobre centenas de milhares de entregas no país.

R$ 8,79
Preço típico da corrida
metade custou entre R$ 7,33 e R$ 11,46
R$ 3,32/km
Preço típico por quilômetro
metade entre R$ 2,27 e R$ 5,31 por km
R$ 7,36
Ganho típico do entregador
85% do valor, por corrida concluída
11,8 min
Tempo típico de entrega
da coleta ao destino

O calendário ditou o ritmo — e 12 de junho foi o ápice

Junho tem um ritmo próprio, ditado pelo calendário. Tomando um dia comum como referência (100), o dia mais quente foi disparado a sexta 12 (índice 138,7) — o Dia dos Namorados, que este ano caiu numa sexta e somou o efeito da data com o da véspera de fim de semana. Logo atrás vieram a sexta 19 e o sábado 20 (índices 115,9 e 116,1) e o fim de semana dos dias 26–27. Do outro lado, os vales foram todos às segundas-feiras: a segunda 22 (índice 81,5) foi o dia mais fraco, seguida das segundas 15 e 1º. O feriado de Corpus Christi (quinta 4) manteve o movimento em linha com um dia comum.

−17%
1
2
3
4
5
6
7
−15%
8
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10
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+39%
12
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14
−17%
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+16%
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+16%
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−19%
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30

Cada barra é a variação do volume daquele dia em relação a um dia comum (linha do meio = 0). Para cima = mais movimento; para baixo = menos. A sexta 12 (Dia dos Namorados) foi disparado o pico; as segundas-feiras (em cinza) foram os vales do mês.

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O que cada jogo do Brasil faz com as entregas
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O quilômetro mais caro é o primeiro

O preço por faixa de distância revela o custo de largada da última milha. Uma corrida de até 2 km custou tipicamente R$ 7,65 — cerca de R$ 7,65 por km. Já uma acima de 10 km saiu por R$ 21,07, ou aproximadamente R$ 1,50 por km. O primeiro quilômetro é mais de 5× mais caro que o décimo: é o preço fixo de tirar um entregador da base.

0–2 km
R$ 7,65
preço típico da corrida
≈ R$ 7,65/km · 38% das corridas
2–5 km
R$ 8,95
preço típico da corrida
≈ R$ 2,56/km · 42% das corridas
5–10 km
R$ 12,74
preço típico da corrida
≈ R$ 1,70/km · 15% das corridas
10 km+
R$ 21,07
preço típico da corrida
≈ R$ 1,51/km · 5% das corridas
Para a sua operação: precificar como “R$/km fixo” penaliza corridas curtas e subsidia as longas. A curva real é uma taxa de largada + custo por km rodado — tabelas com piso por corrida acompanham melhor o custo real. Em junho, 8 em cada 10 corridas ficaram abaixo de 5 km, exatamente onde o custo de largada pesa mais.

O mapa de preços do Brasil

Índice de preço da corrida por macrorregião, com 100 = valor típico do país (R$ 8,79). Cada estado é colorido pela sua região: quanto mais azul, mais cara a corrida frente à média nacional. O Sul puxa o preço para cima; o Centro-Oeste tem as corridas mais baratas e rápidas. Curiosidade que se repete: o Norte, apesar de barato no total, tem o maior R$/km do país (índice 111) — porque suas corridas são curtas, e o quilômetro curto é sempre o mais caro.

RR · Norte — índice de preço 86 (-14% vs. média nacional) RR AP · Norte — índice de preço 86 (-14% vs. média nacional) AP AM · Norte — índice de preço 86 (-14% vs. média nacional) AM PA · Norte — índice de preço 86 (-14% vs. média nacional) PA MA · Nordeste — índice de preço 101 (+1% vs. média nacional) MA CE · Nordeste — índice de preço 101 (+1% vs. média nacional) CE RN · Nordeste — índice de preço 101 (+1% vs. média nacional) RN AC · Norte — índice de preço 86 (-14% vs. média nacional) AC RO · Norte — índice de preço 86 (-14% vs. média nacional) RO TO · Norte — índice de preço 86 (-14% vs. média nacional) TO PI · Nordeste — índice de preço 101 (+1% vs. média nacional) PI PB · Nordeste — índice de preço 101 (+1% vs. média nacional) PB PE · Nordeste — índice de preço 101 (+1% vs. média nacional) PE MT · Centro-Oeste — índice de preço 85 (-15% vs. média nacional) MT GO · Centro-Oeste — índice de preço 85 (-15% vs. média nacional) GO BA · Nordeste — índice de preço 101 (+1% vs. média nacional) BA AL · Nordeste — índice de preço 101 (+1% vs. média nacional) AL SE · Nordeste — índice de preço 101 (+1% vs. média nacional) SE MS · Centro-Oeste — índice de preço 85 (-15% vs. média nacional) MS MG · Sudeste — índice de preço 103 (+3% vs. média nacional) MG ES · Sudeste — índice de preço 103 (+3% vs. média nacional) ES DF · Centro-Oeste — índice de preço 85 (-15% vs. média nacional) DF SP · Sudeste — índice de preço 103 (+3% vs. média nacional) SP RJ · Sudeste — índice de preço 103 (+3% vs. média nacional) RJ PR · Sul — índice de preço 108 (+8% vs. média nacional) PR SC · Sul — índice de preço 108 (+8% vs. média nacional) SC RS · Sul — índice de preço 108 (+8% vs. média nacional) RS
mais barato  →  mais caro  · cores por macrorregião
MacrorregiãoPreço típicovs. paísR$/km
Sudeste R$ 9,02 +3% R$ 3,36
Sul R$ 9,47 +8% R$ 3,43
Nordeste R$ 8,87 ≈ média R$ 3,12
Centro-Oeste R$ 7,48 -15% R$ 3,24
Norte R$ 7,52 -14% R$ 3,68

As cinco entregas do Brasil

Agregadas por macrorregião, as diferenças ficam nítidas. O Norte e o Centro-Oeste têm as entregas mais rápidas (índices 54 e 83 vs. o país), por causa de distâncias típicas menores. O Sul tende a puxar o preço para cima, mas é onde o entregador divide mais o valor com a operação. Cada região tem sua própria dinâmica de preço, ganho do entregador e divisão do valor.

MacrorregiãoPreço típicovs. país R$/kmGanho entreg.Fatia empresaEntregaConcluídas
Sudeste R$ 9,02 +3% R$ 3,36 R$ 7,70 15% 12,1 min 89,4%
Sul R$ 9,47 +8% R$ 3,43 R$ 6,99 22% 11,7 min 95,8%
Nordeste R$ 8,87 ≈ média R$ 3,12 R$ 7,44 17% 14,3 min 88,5%
Centro-Oeste R$ 7,48 -15% R$ 3,24 R$ 6,71 11% 9,8 min 93,0%
Norte R$ 7,52 -14% R$ 3,68 R$ 7,31 3% 6,4 min 93,4%

Fatia empresa = quanto, de cada corrida, fica com a empresa de entregas que organiza a operação (o restante vai para o entregador). Entrega = tempo típico da coleta ao destino. Índice 100 = valor típico do país.

Direto vs. agregador: no país, 9 em cada 10 pedidos entram direto na operação (loja, ERP ou balcão), e só cerca de 8% chegam por integrações com marketplaces. O Sul é praticamente todo direto (quase 100%), enquanto o Norte é o mais dependente de integrações — lá, quase 1 em cada 3 pedidos vem de fora. É um retrato de quão “própria” é a operação de entrega em cada região.

Retrato estado a estado

Descendo à Unidade Federativa, o mercado se abre num leque amplo. Santa Catarina foi o estado com a corrida mais cara do país (índice 156 — 56% acima da média), com o maior ganho típico do entregador (R$ 10,62). No extremo oposto, Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso do Sul ancoram as corridas mais baratas entre os estados de maior atividade. Onde a corrida é curta — Norte e Centro-Oeste —, a entrega é a mais rápida do país; onde a distância típica estica — Pernambuco e Mato Grosso —, o tempo sobe junto.

EstadoRegiãoPreço típicovs. país R$/kmGanho entreg.Entrega
SP Sudeste R$ 9,62 +9% R$ 3,16 R$ 8,19 12,5 min
MG Sudeste R$ 7,35 -16% R$ 3,97 R$ 6,26 11,6 min
ES Sudeste R$ 8,70 ≈ média R$ 4,06 R$ 7,63 6,7 min
PR Sul R$ 8,70 ≈ média R$ 3,19 R$ 6,50 12,3 min
RS Sul R$ 10,52 +20% R$ 4,12 R$ 8,83 9,8 min
SC Sul R$ 13,74 +56% R$ 3,70 R$ 10,62 13,0 min
PE Nordeste R$ 9,44 +7% R$ 3,06 R$ 7,85 17,4 min
CE Nordeste R$ 8,30 -6% R$ 3,30 R$ 7,35 13,2 min
BA Nordeste R$ 8,50 -3% R$ 3,37 R$ 6,93 11,9 min
GO Centro-Oeste R$ 7,28 -17% R$ 3,44 R$ 6,65 7,8 min
MT Centro-Oeste R$ 8,16 -7% R$ 2,77 R$ 6,84 16,1 min
MS Centro-Oeste R$ 7,39 -16% R$ 3,73 R$ 6,57 7,1 min
RO Norte R$ 7,45 -15% R$ 3,53 R$ 7,42 6,6 min
PA Norte R$ 7,90 -10% R$ 4,13 R$ 6,74 5,3 min

Uma seleção de estados de cada macrorregião, com o valor típico de cada indicador. Índice 100 = valor típico do país. A granularidade geográfica máxima é o estado — nunca cidade ou empresa.

Capital e interior: mesmo preço, ritmos diferentes

O que muda entre as capitais e o interior do país? Curiosamente, quase nada no preço: a corrida típica saiu por R$ 8,96 na capital e R$ 8,77 no interior — a diferença está no tempo. Na capital, a entrega típica leva 14,9 min (índice 126, 26% acima da média), contra 11,6 min no interior. E o entregador demora muito mais para “assumir” o pedido na capital: 10,9 min até alguém aceitar, contra menos de 1,8 min no interior. Trânsito mais pesado e maior disputa por entregador explicam a diferença. Em troca, o ganho típico do entregador na capital é um pouco maior (R$ 7,58, índice 103).

Capital
as 27 capitais estaduais
Corrida típica
R$ 8,96
≈ média vs. país
Ganho do entregador
R$ 7,58
+3% vs. país
Tempo de entrega
14,9 min
+26% vs. país
Até um entregador aceitar
10,9 min
tempo típico de espera
Interior
todo o resto do país
Corrida típica
R$ 8,77
≈ média vs. país
Ganho do entregador
R$ 7,33
≈ média vs. país
Tempo de entrega
11,6 min
≈ média vs. país
Até um entregador aceitar
1,8 min
tempo típico de espera

Capital = as capitais dos 27 estados; interior = todo o resto. Valores típicos de junho de 2026. Índice 100 = valor típico do país.

Para onde vai o valor de cada corrida

De cada corrida paga, a maior parte vai direto para o entregador. No caso típico, ele fica com cerca de 85% do valor — algo como R$ 7,36 de uma corrida típica de R$ 8,79; os outros 15% ficam com a empresa de entregas que organiza a operação — cobre plataforma, suporte, gestão da frota e a margem do negócio dela.

VALOR DA corrida
85%
vai para o entregador — quem faz a entrega
15%
fica com a empresa de entregas — que organiza, dá suporte e gere a operação
Essa fatia de 15% é da empresa de entregas rápidas que atende o lojista. No Sul, onde a operação é quase toda própria, essa fatia sobe para cerca de 22%; no Norte e no Centro-Oeste ela é bem menor.

Onde o entregador realmente fatura

Existe um mito de “hora de ouro”: madrugada e início da manhã pagam mais por corrida. É verdade — mas não adianta uma corrida render mais às 6h se quase ninguém pede nesse horário. O que de fato enche o bolso é onde ganho por corrida e volume de pedidos se encontram. As duas barras abaixo mostram isso lado a lado: a azul é quanto se ganha por corrida; a clara, quanta gente pede naquela hora.

■ ganho por corrida
■ volume de pedidos
07h
R$ 8,43
0,5%
08h
R$ 8,73
1,7%
09h
R$ 8,87
2,9%
10h
R$ 9,28
3,8%
11h
R$ 8,71
7,4%
12h
R$ 8,55
8,0%
13h
R$ 8,77
6,6%
14h
R$ 8,95
6,4%
15h
R$ 8,53
6,3%
16h
R$ 8,29
6,1%
17h
R$ 8,48
5,5%
18h
R$ 8,76
7,8%
19h
R$ 8,50
11,2%
20h
R$ 8,41
10,9%
21h
R$ 8,34
8,1%
22h
R$ 8,68
4,5%
23h
R$ 9,51
1,7%
A leitura prática: o pico de pedidos é à noite (19h–21h), mas é quando o ganho por corrida fica no piso — muita gente disputando. As primeiras horas pagam melhor por corrida, porém com pouquíssimo volume. O melhor retorno por hora trabalhada costuma estar nas bordas do pico: fim da manhã e início da noite, onde ainda há boa demanda e o ganho por corrida não desabou.

Quando o Brasil pede

A demanda se concentra à noite. A hora de pico — 19h — concentra 11,2% dos pedidos do dia, quase o triplo da hora média. O mapa de calor abaixo cruza dia × hora: o ponto mais quente do mês foi a sexta-feira à noite (19h–20h).

19h · 11,2% 00h 02h 04h 06h 08h 10h 12h 14h 16h 18h 20h 22h
0h 3h 6h 9h 12h 15h 18h 21h Dom Dom 0h — 0,11% do volume Dom 1h — 0,03% do volume Dom 2h — 0,02% do volume Dom 3h — 0,01% do volume Dom 4h — 0,00% do volume Dom 5h — 0,00% do volume Dom 6h — 0,01% do volume Dom 7h — 0,04% do volume Dom 8h — 0,10% do volume Dom 9h — 0,18% do volume Dom 10h — 0,29% do volume Dom 11h — 0,76% do volume Dom 12h — 1,03% do volume Dom 13h — 0,89% do volume Dom 14h — 0,83% do volume Dom 15h — 0,77% do volume Dom 16h — 0,74% do volume Dom 17h — 0,74% do volume Dom 18h — 1,20% do volume Dom 19h — 1,83% do volume Dom 20h — 1,67% do volume Dom 21h — 1,25% do volume Dom 22h — 0,61% do volume Dom 23h — 0,25% do volume Seg Seg 0h — 0,05% do volume Seg 1h — 0,02% do volume Seg 2h — 0,01% do volume Seg 3h — 0,01% do volume Seg 4h — 0,01% do volume Seg 5h — 0,00% do volume Seg 6h — 0,03% do volume Seg 7h — 0,09% do volume Seg 8h — 0,28% do volume Seg 9h — 0,52% do volume Seg 10h — 0,68% do volume Seg 11h — 1,19% do volume Seg 12h — 1,20% do volume Seg 13h — 1,00% do volume Seg 14h — 0,93% do volume Seg 15h — 0,90% do volume Seg 16h — 0,90% do volume Seg 17h — 0,81% do volume Seg 18h — 0,98% do volume Seg 19h — 1,37% do volume Seg 20h — 1,30% do volume Seg 21h — 1,02% do volume Seg 22h — 0,54% do volume Seg 23h — 0,19% do volume Ter Ter 0h — 0,04% do volume Ter 1h — 0,01% do volume Ter 2h — 0,01% do volume Ter 3h — 0,01% do volume Ter 4h — 0,00% do volume Ter 5h — 0,00% do volume Ter 6h — 0,02% do volume Ter 7h — 0,09% do volume Ter 8h — 0,30% do volume Ter 9h — 0,56% do volume Ter 10h — 0,67% do volume Ter 11h — 1,23% do volume Ter 12h — 1,25% do volume Ter 13h — 1,01% do volume Ter 14h — 1,07% do volume Ter 15h — 1,07% do volume Ter 16h — 1,01% do volume Ter 17h — 0,86% do volume Ter 18h — 1,13% do volume Ter 19h — 1,59% do volume Ter 20h — 1,58% do volume Ter 21h — 1,15% do volume Ter 22h — 0,67% do volume Ter 23h — 0,19% do volume Qua Qua 0h — 0,03% do volume Qua 1h — 0,01% do volume Qua 2h — 0,00% do volume Qua 3h — 0,00% do volume Qua 4h — 0,00% do volume Qua 5h — 0,00% do volume Qua 6h — 0,02% do volume Qua 7h — 0,07% do volume Qua 8h — 0,25% do volume Qua 9h — 0,43% do volume Qua 10h — 0,54% do volume Qua 11h — 1,07% do volume Qua 12h — 1,06% do volume Qua 13h — 0,87% do volume Qua 14h — 0,86% do volume Qua 15h — 0,89% do volume Qua 16h — 0,87% do volume Qua 17h — 0,75% do volume Qua 18h — 1,06% do volume Qua 19h — 1,41% do volume Qua 20h — 1,35% do volume Qua 21h — 1,02% do volume Qua 22h — 0,55% do volume Qua 23h — 0,20% do volume Qui Qui 0h — 0,04% do volume Qui 1h — 0,01% do volume Qui 2h — 0,00% do volume Qui 3h — 0,00% do volume Qui 4h — 0,00% do volume Qui 5h — 0,00% do volume Qui 6h — 0,01% do volume Qui 7h — 0,07% do volume Qui 8h — 0,21% do volume Qui 9h — 0,38% do volume Qui 10h — 0,52% do volume Qui 11h — 1,01% do volume Qui 12h — 1,07% do volume Qui 13h — 0,87% do volume Qui 14h — 0,87% do volume Qui 15h — 0,84% do volume Qui 16h — 0,81% do volume Qui 17h — 0,70% do volume Qui 18h — 1,00% do volume Qui 19h — 1,44% do volume Qui 20h — 1,44% do volume Qui 21h — 1,04% do volume Qui 22h — 0,54% do volume Qui 23h — 0,22% do volume Sex Sex 0h — 0,05% do volume Sex 1h — 0,01% do volume Sex 2h — 0,00% do volume Sex 3h — 0,00% do volume Sex 4h — 0,00% do volume Sex 5h — 0,00% do volume Sex 6h — 0,02% do volume Sex 7h — 0,08% do volume Sex 8h — 0,29% do volume Sex 9h — 0,43% do volume Sex 10h — 0,65% do volume Sex 11h — 1,15% do volume Sex 12h — 1,14% do volume Sex 13h — 0,95% do volume Sex 14h — 0,98% do volume Sex 15h — 0,97% do volume Sex 16h — 0,92% do volume Sex 17h — 0,83% do volume Sex 18h — 1,22% do volume Sex 19h — 1,86% do volume Sex 20h — 1,90% do volume Sex 21h — 1,37% do volume Sex 22h — 0,78% do volume Sex 23h — 0,32% do volume Sáb Sáb 0h — 0,10% do volume Sáb 1h — 0,03% do volume Sáb 2h — 0,01% do volume Sáb 3h — 0,01% do volume Sáb 4h — 0,00% do volume Sáb 5h — 0,00% do volume Sáb 6h — 0,01% do volume Sáb 7h — 0,06% do volume Sáb 8h — 0,20% do volume Sáb 9h — 0,38% do volume Sáb 10h — 0,49% do volume Sáb 11h — 0,97% do volume Sáb 12h — 1,24% do volume Sáb 13h — 1,04% do volume Sáb 14h — 0,89% do volume Sáb 15h — 0,83% do volume Sáb 16h — 0,80% do volume Sáb 17h — 0,77% do volume Sáb 18h — 1,16% do volume Sáb 19h — 1,73% do volume Sáb 20h — 1,65% do volume Sáb 21h — 1,27% do volume Sáb 22h — 0,78% do volume Sáb 23h — 0,34% do volume

Cada célula é a fatia daquele dia × hora no volume mensal. As madrugadas concentram naturalmente pouquíssimos pedidos.

A anatomia de uma entrega de 12 minutos

A entrega típica levou 11,8 minutos da coleta ao destino, percorrendo 2,63 km a uma velocidade média de 13,0 km/h (trânsito urbano, com paradas). Há uma cauda longa: as 10% mais demoradas passaram de 38 min. O aceite é quase instantâneo — tipicamente 1,8 min entre o pedido entrar e um entregador assumir, sinal de um mercado com bastante entregador disponível, mesmo com a Copa e o Dia dos Namorados aquecendo a demanda.

1,8 min
Aceite (pedido → entregador aceita)
7,3 min
Coleta (aceite → retirada)
11,8 min
Entrega (coleta → destino)
13,0 km/h
Velocidade média no trânsito urbano

Valores típicos sobre entregas concluídas. Distância típica: 2,63 km; 9 em cada 10 entregas até 7,25 km.

A entrega rápida anda sobre duas rodas

A moto é o motor da última milha brasileira: 95,9% das entregas concluídas em junho. A bicicleta responde por 3,9% — modesta, mas é o indicador a acompanhar como termômetro da mobilidade ativa. Carro e utilitários somados não chegam a 0,2%.

Moto
95,89%
Bicicleta
3,94%
Carro
0,15%
Utilitário
0,02%

Metodologia

Dados agregados e anonimizados a partir das operações de empresas de entregas rápidas de todo o Brasil. Esta edição consolida centenas de milhares de entregas realizadas em junho de 2026.

Trabalhamos com o valor típico de cada indicador — aquele que fica no meio do mercado, com metade das corridas abaixo e metade acima. É mais justo que a “média”, porque não se distorce por alguns valores muito altos ou baixos. As comparações por região usam o valor típico do país como referência (100): um índice 120 significa 20% acima da média nacional; 85, 15% abaixo.

Os indicadores descrevem o comportamento do mercado, nunca operações ou clientes individuais. A granularidade geográfica máxima é a macrorregião e o estado — nunca cidade ou empresa específica. Período de referência: 1 a 30 de junho de 2026.

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